Depoimentos

  • Há algum tempo atrás quando se falava em criatividade as pessoas pensavam que era coisa de artista (poetas, escultores, pintores, compositores, etc.) ou mesmo de inventores com suas criações mirabolantes. No final dos anos 90 apareceu em minha vida um projeto que mudou essa minha forma de pensar, intitulado “Criatividade não é dom”, trouxe-me uma curiosidade quando pensei: “se não é dom então o que é”, aprendi que criatividade é muito mais que finalizar uma “simples” composição ou uma tela com bela imagem, hoje penso que, talvez, o mais simples no processo de criação é a formatação final do que a mente conseguiu atingir, esta etapa é apenas um dos passos no processo criativo quando se fala em arte advinda de artesanato, por exemplo. O “Criatividade não é dom”, mostrou um caminho muito mais amplo para tudo que se pretende fazer, processo criativo na empresa, em formação de grupos, na economia, etc., são processos que precisam muito mais atenção, não basta ter ideias, tem que haver uma conexão da ideia com o que se pretende no final, pensar o final antes de ter o início e seguir o caminho como se nunca chegasse ao fim até alcançá-lo e sem surpresas é o grande desafio. Aprendi que nos relacionamentos somos diferentes e é isso que tornam as coisas mais dinâmicas, aceitar o diferente faz parte de quem quer ter sucesso, aceitar sugestões até mesmo contrárias, pegar carona nas ideias, pode fazer grande diferença ao final do processo. Portanto sempre que temos a oportunidade de nos perguntar “como”, temos também a oportunidade de aplicarmos o processo criativo. Processo criativo se aprende com técnicas, assim como se aprende matemática, administração, economia, etc., e o principal é deixar fluir das cabeças as ideias e de quem tem o conhecimento de resolução a decisão, sempre com a visão voltada para o que se quer alcançar no final. Bem, foi mais ou menos isso que aconteceu comigo após aquela data, venho tendo grandes e boas soluções a todos os problemas que aparecem. Agradeço imensamente ter resgatado e desenvolvido essa fantástica habilidade que hoje faz parte de minha vida.

    Roberto Luís Dala Bernardina - PETROBRAS/UO-SEAL/ATP-ST/SG |
  • Danusa Silva, Diretora de Incorporações da COSIL fala sobre o processo de transformação organizacional da empresa, iniciado em 2004 e os motivos porque escolheu utilizar a Metodologia Resolução Criativa de Problemas (CPS) como a ferramenta norteadora desse processo. "No final de 2003 tomei conhecimento que o processo criativo pode ser utilizado com a finalidade de provocar uma forte mudança em uma organização e constatei o sucesso dessa aplicação ao observar o trabalho de uma empresa de serviços em Aracaju. Daí resolvemos fazer um workshop piloto utilizando essa metodologia e envolvendo todos os nossos colaboradores e, caso a filosofia do trabalho nos interessasse, estaríamos dispostos a iniciar o processo de transformação o mais rápido possível. Os motivos, naquela ocasião eram muitos: a empresa ia completar 40 anos de fundada, sabíamos que existiam muitos mitos e estórias que eram repassadas entre os colaboradores ao longo dos anos, desejávamos expandir a empresa, mas acreditávamos que seria necessário, antes de tudo, um trabalho a nível pessoal com os nossos colaboradores. Já naquela ocasião era do nosso entendimento que, além de ser um processo difícil de ser desenvolvido, só poderíamos ter sucesso se conseguíssemos com que cada colaborador estivesse disposto – realmente – a abraçar essa transformação desejada por nós. Por esse motivo, tomamos a decisão de que tudo que fosse necessário acontecer na empresa relativo a esse processo organizacional deveria passar primeiramente pela Diretoria; em outras palavras, nós seríamos o exemplo para todos os nossos colaboradores. Todavia, também tínhamos a noção de que nada seria muito fácil, pois em todo o processo de mudança existem resistências naturais, justamente porque para que a transformação possa acontecer, é necessário atingir as zonas de conforto das pessoas envolvidas. E, quando isso acontece é natural que exista uma reação de rejeição, que por sua vez, a depender da pessoa poderá durar uma semana, meses, anos ou até mesmo uma vida inteira. Assim sendo, a primeira parte do processo seria procurar fazer com que as pessoas enxergassem as suas atitudes do dia a dia e que percebessem seu estilo de pensar, se consideram que são os protagonistas da sua história pessoal e profissional ou se vivem os papéis de vítimas; seja da sorte, da vida, dos colegas, do chefe ou da empresa. O perfil da COSIL é essencialmente de uma empresa que gera oportunidades e desafios para todos os seus colaboradores. No entanto, é preciso que cada um consiga “enxergar” o campo de oportunidades que está à sua frente e à sua disposição e, a partir daí, partir para a ação e fazer acontecer. Por esse motivo, a nossa segunda decisão foi que também iríamos investir internamente no processo de formação de líderes. De um modo geral, na maioria das empresas ainda se adota bastante o papel de gerente, aquele que “toma conta” dos processos e faz com que tudo ocorra dentro de uma linha traçada. Todavia, para nós isso não seria o bastante, optamos pela excelência em tudo o que fazemos e acreditamos que primeiramente precisamos ser muito bons no que é o nosso “core business” porque o crescimento será uma conseqüência natural. Logo, ao invés de apenas termos “gerentes” no nosso quadro de executivos, desejamos ter “gestores” eficientes e eficazes, ou seja, profissionais que além de conhecer muito bem o processo sob a sua responsabilidade sabem também lidar com pessoas, motivar as suas equipes e impeli-las para um contínuo processo de crescimento individual e profissional. Embora esta não seja uma caminhada fácil nem rápida, entendemos ser essa a melhor opção. Ao mesmo tempo sabemos que, à medida que estamos desenvolvendo nossos gestores, pouco a pouco, o processo cultural interno da organização vai também se transformando. Principalmente, quando o caminho adotado é o de resgatar o seu potencial criativo para que aprendam a organizar a qualidade do seu pensamento, a perceber o que acontece em volta, a pensar continuamente no futuro, em suma, a cada vez mais, sair do operacional, do dia a dia repetitivo, para trabalhar no campo do estratégico, no campo das possibilidades, no que precisa ser pensado, visualizado e antecipado. A função de um bom gestor, hoje em dia, em qualquer organização seja de pequeno, médio ou grande porte, é de trabalhar visando atender três áreas básicas: 1 - antecipar, ou seja, de pensar no futuro, de ver as oportunidades ainda não pensadas, de verificar as tendências de pensamento dos seus clientes e, principalmente, de procurar oferecer novos produtos, sempre da melhor qualidade. 2 - mobilizar, ou seja, fazer com que as suas equipes se envolvam verdadeiramente no processo diário da empresa, de maneira eficiente, equilibrada e dinâmica e sempre em busca do objetivo comum; e 3 - realizar, que nada mais é do que a capacidade de fazer acontecer o futuro desejado, da melhor maneira para todos. Finalmente, o processo criativo, quando estrategicamente instalado em uma empresa, monitorado e analisado continuamente trará ao médio e longo prazos resultados imbatíveis. Logo, não é nada fácil e simples, na realidade se trata de um investimento estratégico que deverá ser aplicado cuidadosamente para que ao final todos ganhem: colaboradores, fornecedores, parceiros, empresa e, principalmente, os clientes e a sociedade.”

    Danusa Silva - COSIL/Diretora de Incorporações | Aracaju - SE
  • PROGRAMA CRIATIVIDADE NÃO É DOM! - DEPOIMENTO "Caro Fernando, Já dei depoimentos no passado sobre o "Criatividade Não É Dom", programa que foi muito importante para mim, como pessoa, e para a virada da Petrobras no ES. Segue o meu novo depoimento: "Conheci o Criatividade Não é Dom em 1999, momento de grandes incertezas sobre o novo milênio que se aproximava. Grandes ameaças apareciam a cada instante. A continuidade das atividades de exploração e produção da Petrobras no Espírito Santo estava coberta de incertezas. Esse programa inovador, nascido de um visionário e já bem sucedido em terras sergipanas, utilizando a Metodologia CPS, foi um verdadeiro divisor de águas capixabas. As equipes passaram a acreditar que seria possível empreender, com criatividade e ousadia, uma grande virada, o que a década seguinte se encarregou de exemplificar e o Espírito Santo se tornou o segundo maior produtor de petróleo do Brasil." Um abraço e sucesso!

    Márcio Félix Carvalho Bezerra PETROBRAS/INTER-TEC Gerente Executivo / Rio de Janeiro/RJ | Rio de Janeiro/RJ
  • “A Fundação Brasil Criativo acompanha a Cosil há muitos anos e foi fundamental no nosso processo de crescimento. Aplicando a Metodologia CPS contribuiu ativamente no desenvolvimento das equipes e na formação das lideranças. Abriu a nossa mente para o aprendizado, a criatividade e o desenvolvimento contínuo. O Fernando Viana representa um agente de mudanças respeitado e admirado por todos os colaboradores da Cosil, pois sempre atingiu resultados excelentes em todos os trabalhos que realizou conosco. Sem dúvida é uma grande parceria de sucesso!”

    Carlos José Meneses Silva - COSIL/Presidente (2010) | São Paulo - SP
  • Quando a primeira turma do programa “Criatividade não é dom” surgiu em nossa empresa, logo me despertou a afirmativa que este título apresenta – Criatividade não é dom. Perguntei então aos meus botões: - Se não é dom, o que é então? Busquei informações no setor de Recursos Humanos sobre o curso e para minha surpresa não obtive nenhum avanço, só informavam que era uma aplicação da consagrada Metodologia CPS, adaptada ao atitudinal brasileiro e o programa impresso era muito resumido e nã"pistas". Com o retorno das primeiras turmas de participantes para o ambiente de trabalho, lembro que o clima de otimismo e união entre os integrantes se alastrou feito uma rede de forma tão patente que a quantidade de colegas inscritos para as turmas era muito grande e a lista de espera maior ainda, pois todos queriam participar. Um fato desta fase inicial que jamais vou esquecer foi que, ao passo que meu interesse aumentava pela vaga, alguns colegas quando viam meu nome na lista de pré-inscritos diziam assim: - Ah, bota meu nome aê, pois o Sergival não precisa participar deste curso. Ele já tem criatividade de sobra!!! Diziam isto por conta das atividades artísticas que eu já desenvolvia, mas, tanto quanto eu, não faziam a menor idéia do conteúdo e dos objetivos do curso. Páginas e mais páginas eu poderia escrever neste meu depoimento sobre as vivências do curso e do pós-curso, das ondas de solidariedade pessoal e profissional que foram construídas entre os colegas, das contribuições que fiz e das inúmeras que recebi, das decisões que tomei e das tantas que deixei de encaminhar mas que foram movidas por um princípio que aos poucos vamos aprendendo a perceber, dos fundamentos teóricos que dão lastro e conceito aos trabalhos. Porém, das muitas coisas que me marcaram, a principal foi o aprendizado da importância de um PROJETO DE VIDA, e a fundamental, a necessidade de desenvolver a SINTONIA, com o próximo e com o meio-ambiente, com as forças do planeta, sua sabedoria e energias que também determinam nossa existência. Não é nada mágico, tampouco de uma dificuldade extrema, porém muito lúdico, de uma simplicidade tão grande que até hoje continuo descobrindo, praticando, exercitando, pois a vida é isto, um eterno aprendizado. Sergival. Rio de Janeiro, 23 de março de 2009.

    Sergival | Rio de Janeiro - RJ
  • O APRENDIZADO DO PROCESSO CRIATIVO E EU Tomei conhecimento do que seja a Metodologia CPS em 13 de maio de 1992, portanto há quase 17 anos. Posso afirmar sem nenhum exagero que de cara esse conhecimento causou profundas transformações no meu modo de ser e viver. Diria que foi como se tudo já estivesse dentro de mim, mas, adormecido e o processo me ajudou a colocar tudo isto para fora e me permitiu resgatar a atitude criativa do meu ser, a minha melhor essência. Quando iniciei já com meu primeiro desafio concreto "PARAR DE FUMAR", algo me dizia internamente que iria conseguir, mesmo depois de vinte anos de tentativas e recaídas. Depois dessa conquista comecei a me aprofundar no aprendizado da metodologia CPS (Creative Problem Solving) de 1992 até 2003 e sem parar fiz cursos no Ilace , CPSI e FBC , tornando-me facilitadora na metodologia, e com um desejo cada vez mais crescente de difundi-la para que muitas outras pessoas tenham a oportunidade impar que eu tive. Depois que comecei a utilizá-la intensamente nas mais diversas atividades, fundei com outros dois colegas uma empresa de radiologia odontológica que hoje tem 14 anos e emprega 8 funcionários diretos e 6 indiretos. Trabalhei durante muitos anos no SESI-PE, lá fomos responsáveis pelo treinamento de mais de 250 pessoas na metodologia, e como resultado na pesquisa de clima organizacional tivemos um índice ótimo, e, além disto, durante todo período do programa, os índices de atendimento no Setor de Saúde aumentou em 35% e a receita teve o mesmo percentual. Este resultado não só foi reconhecido pela Diretoria como por incentivo toda equipe da área de Saúde foi inscrita para participar do III Fórum Internacional do Processo Criativo em 2001, Aracaju, SE, do qual participaram 100 (cem) funcionários. No mesmo ano, face a esses resultados empresariais tive a honra e o privilégio de ser agraciada com a Medalha Brasil Criativo como um incentivo pelo nosso esforço. Honraria esta que muito me emociona e orgulha. Mas, as coisas não pararam ai. Fizemos aqui em Pernambuco vários seminários e treinamentos para empresários, em parceria com a Fundação Brasil Criativo que sempre deu seu apoio nos momentos de implantação de seminários, cursos e workshops tendo como facilitadores os líderes da CEF , Jo Yudess e Bill Shephard. Plantamos a semente e, por conta disto somos até hoje somos reconhecidas no SESI como pessoas inovadoras e que ajudaram a transformar a Instituição. Para comprovar isto temos depoimentos de funcionários que nos gratificam e incentivam a continuar plantando as sementes. Mas, vale a pena lembrar que uma parte expressiva das pessoas que tentam difundir o espírito criativo em suas empresas ou áreas de trabalho pelo fato desse processo desestabilizar um pouco as zonas de conforto dos indivíduos, muitas vezes são discriminadas e rotuladas. Isso acontece justamente pelo fato de se mexer com a cultura já estabelecida e, de certa forma, quebrar-se alguns paradigmas. Vale salientar, que nem todo mundo tem a sorte de trabalhar na Petrobras, como Fernando Viana e conseguir o apoio inquestionável da empresa para a implantação de um projeto ousado, inovar e mundialmente reconhecido como foi com o projeto Criatividade não é dom! Bem como estava dizendo, após "revolucionarmos" nossa empresa, conseguirmos através dos funcionários melhorar os índices de atendimento, de salários, implantarmos programas de incentivos, gratificações, produtividade e, por conta disto, obtivemos como resposta índices jamais alcançados pela Instituição. Para nossa surpresa, após a implantação do programa "Sócios do Novo Mundo," fomos "incentivados" a sair da Instituição, justamente, as duas pessoas que idealizaram o programa, bem como as outras envolvidas. Como resultado final, a instituição regrediu para os índices anteriores, reformulou os estatutos e acabou com o sistema de produtividade dos profissionais de saúde. Bem, com a minha saída, deixei o cargo de executiva e voltei às minhas atividades profissionais normais durante esses últimos 6 anos; todavia, cada vez mais sempre sentindo que meu dever como considero ,e meu propósito de difundir a metodologia me chamam para continuar nessa caminhada e dividir com outros esse fantástico conhecimento e as suas oportunidades. E, nessa oportunidade não posso deixar de comentar o quanto admiro e respeito esse fantástico visionário, sonhador, persistente e muito querido de todos nós, Fernando Viana, que levantou essa bandeira do processo criativo no Nordeste e vem com todo sacrifício levando o seu sonho à frente, sempre ajudado por uma legião infinita de amigos dos quais destaco Maxwel Madeira, Fernando Mathia, José Augusto, Jo Yudess, Bill Shephard e toda a equipe de membros, amigos e voluntários da FBC. Posso afirmar que hoje tenho um desafio posso dividi-lo com vocês, difundir a criatividade e inovação com meus colegas dentistas, repassando através dela o atitudinal da ética e da responsabilidade com o próximo, valores que trazemos conosco desde a nossa tenra idade, mas que muitas vezes vai se apagando com o passar do tempo. E assim sendo, o nosso sonho de tornar esse nosso País mais justo, ético e igual certamente passará pelo caminho de difundirmos em larga escala - como pretende e faz a FBC em todos os seus trabalhos - o conhecimento sobre o pensamento criativo estratégico.

    Glaúria Leite - Empresária - Recife | Recife - PE
  • Izabel Cristina de Oliveira Andrade Brito: Uma das privilegiadas pessoas que participou do Programa Criatividade não é dom! (7ª. Turma/1996). Num momento de minha vida em que me questionava o porquê de ter voltado às minhas origens em Aracaju. Um momento em que só pensava e vivia em função de retornar para o lugar aonde fui criada, o Rio de Janeiro, recebi o convite para participar de um projeto que estava ainda engatinhando – Criatividade não é dom!- - que naquela época recebia muitas críticas pela sua ousadia, que ainda era visto com muita cautela, mas caminhava a passos lentos e desconfiados, mas vingou, vingou de maneira bonita e esplendorosa. Não só para quem não acreditava nele como para mim que estive na sétima turma e iniciei uma programação de uma semana semi confinada munida de muita falta de vontade de estar ali e toda disposição do mundo para mostrar que bom mesmo era tudo que se relacionasse com o Rio de Janeiro e com o que eu havia vivido por lá. Aos pouquinhos, à medida que o programa ia se desenvolvido, a proximidade dos colegas e o calor e quando valor de calor não era apenas o calor humano, mas o calor da alma aquele que eu recebi quando com a cara bem fechada os braços cruzados quando me vi diante de alguém que me disse: “Abra as mãos e recebi uma bela rosa!”. Foi uma semana mágica que passamos naquele salão e o último dia explodimos em tanta emoção e nos juntamos para um grande abraço naquele salão mágico de olhos fechados e quando abrimos os olhos o salão estava cheio com dezenas de colegas que participaram dos programas anteriores. Foi mais um momento de encantamento, magia e inesquecível que trago em minhas lembranças até hoje. Todas as experiências vividas naquele salão serviram para mim como um divisor entre a pessoinha pré julgadora que “não viu e não gostou” e que, graças a oportunidade de participar do “Criatividade não é dom!” aprendeu a se abrir para novas experiências e descobrir que poderemos ver sempre com bons olhos quando vemos com o coração. Serei eternamente grata à Petrobras por ter me proporcionado essa experiência singular, maravilhosa e inesquecível, ao idealizador e aos facilitadores do projeto "Criatividade não é dom!" e aos meus companheiros e guerreiros da sétima turma. Portanto, a ousadia contém genialidade, poder e magia (Goethe). Aracaju, 14 de agosto de 2011, quinze anos depois!

    Izabel Cristina de Oliveira Andrade Brito | Aracaju, SE

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